Política

“Beija mão” é coisa de coronel de Gabriela, diz deputado.

“Beija mão” é coisa de coronel de Gabriela, diz deputado.

11/08/2012 10:29

 

 

 

Por Ricardo Antunes.

O tradicional  “beija mão” que reuniu  aúlicos, admiradores, adversários e ex-inimigos em torno do aniversário do governador Eduardo Campos, ontem, no Centro de Convenções, foi criticado por um parlamentar na coluna Pinga Fogo do Jornal do Commercio. Deve a informação ao faro da colunista Ana Lúcia Andrade. Sob o título “Demode” a nota é direta, Confira:

“Um deputado que há tempos não cumpre o rito do “beija-mão” dos governadores definiu muito bem esse ritual que se repete há anos. “Aquilo ali é dos tempos dos coronéis de Gabriela”. De fato, a nota prossegue, foge dos ditos discursos modernos.”  A favor de Eduardo Campos, diga-se, que não só ele, mas todos os seus antecessores  estimulavam esse tipo de bajulação. Desde Roberto Magalhães passando por Miguel Arraes, Joaquim Francisco e Jarbas Vasconcelos ninguém ousou dispensar a reverência que não é vista em grandes centros como São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais.

Em sua coluna política no Diário de Pernambuco, na sexta,  a sempre incisiva, Marisa Gibson alertava citando Maquaivel. “Uns vão beijar a mão por admiração. A outra metdade, por mêdo”. Disse tudo. Até por que o parlamentar preferiu falar em “off” com a colunista não autorizando a publicação do seu nome. Não é nada, não é nada já é alguma coisa, né não?

Comentários

Flavia Pinheiro - 14 de agosto de 2012

Isso é coisa de gente subdesenvolvida mesmo. Só deve existir no Brasil

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